Igreja de São Romão de Arões

Igreja de São Romão de Arões

FAFE (Portugal): Igreja de São Romão de Arões.

Templo do séc. XIII, com planta composta por nave única e capela-mor rectangulares. A fachada principal é muito simples com sineira lateral de duas campanas. Apresenta um portal axial com um Agnus Dei no tímpano encimado por fresta. No tímpano do portal lateral S. apresenta uma inscrição onde se diz que a igreja foi consagrada pelo arcebispo de Braga, D. Silvestre, sendo abade D. Gomes, no ano de 1237.

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Basílica da Estrela

Basílica da Estrela

A construção da Basílica da Estrela e do convento das carmelitas descalças, este ocupado por serviços públicos desde 1885, iniciou-se em finais do sec. XVIII em resultado de um voto de D. Maria I, nela intervindo os arquitectos Mateus Vicente de Oliveira e Reinaldo Manuel. A igreja basilical, de nave única e planta em cruz latina, é uma das mais brilhantes realizações do Barroco tardio, com inclusão de elementos já neoclássicos.

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«Ozymandias»

Ozymandias

Fotocomposição de Michael Fairchild

Encontrei um viajante de uma terra antiga,
Que disse - «Duas vastas pernas de pedra sem tronco
Erguem-se no deserto… Perto delas, na areia,
Meio enterrado jaz um rosto despedaçado, cuja carranca
E lábio franzido e esgar de fria autoridade
Dizem que o seu escultor leu bem essas paixões
Que ainda sobrevivem, estampadas nessas coisas inertes,
A mão que delas troçou e o coração que as alimentou;
E no pedestal, estas palavras surgem:
O meu nome é Ozymandias, Rei dos Reis,
Olhai as minhas Obras, ó Poderosos, e desesperai!
Nada resta à volta. Em torno da decadência
Daquele colossal Destroço, ilimitado e nu,
As solitárias e lisas areias estendem-se infinitas.»

Percy Bysshe Shelley, «Ozymandias», 1818